domingo, 1 de fevereiro de 2015

MAMILOS

Era meados de 2014 e eu havia viajado para São Paulo (a passeio e para participar de um seminário). No penúltimo dia meu na capital paulista, eu resolvo ir a um "inferninho" que fica localizado no centro da cidade, na região da República. Tive uma experiência deliciosa com um cara super gostoso e de mamilos avantajados.

(Mamilos são sempre polêmicos e gostosos, e  aquele cara... - Foto / Reprodução/Internet)

    Era umas 07:00hs da manhã e eu estava me preparando para ir a uma última reunião. Como estava hospedado ali pertinho, resolvi ir ao "Cine República", um inferninho que fica bem no centro de Sampa. Ao entrar no local, faço uma rápida vistoria nos ambientes e percebo que havia quase ninguém, até que ele chega. Me senti atraído em questão de segundo, mas ele, bonitão como era, saiu a procura "da melhor carne". Percebi isso, e fiquei na minha, mas sacando qual era o tipo que ele estava procurando: Negão.

    Sem da muita bola para o acontecido, me dirijo a uma das salas de exibição de videos e começo a tocar uma punheta. Em questão de minutos, ele entra naquela mesma sala e começa a se pegar, ali mesmo, com um cara, altão e fortão. Tipo uns minutos depois, os dois saem do local, fato que dizia uma única coisa: Foda na certa, né? Nada! Não passou mais que 3 minutos e o negão já reaparece.

Alguma coisa aconteceu, pensei.

    Daí eu fico ali, na curiosidade para saber o que acontecera e, de certa forma, criando uma expectativa, mas bem de boa e na minha. Sem afobações.

    Em alguns instantes o cara volta à sala em que eu estava. Recobro minhas esperanças de... Quem sabe... Talvez...
     
    Como eu estava tomado pelo nervosismo e, de certa forma, com um sentimento de diminuição - lembro de cantarolar, mentalmente, um trecho de uma música da Vanessa da Mata: "Um homem bonito assim / o que quer de mim / o que ele fará comigo?" - eu não tinha coragem de tomar uma iniciativa, resolvo sair daquela sala e vou de ambiente em ambiente até chegar ao dark room. Ao entrar, eu fico de canto esperando que a minha visão se acostume com o pouco de luminosidade do local para não me surpreender com alguma coisa. Eu lembro que no local havia cerca de uns dez caras: parte deles fodendo, outra só observando e outros na punheta, e para a minha não tão surpresa, aquele cara que havia me chamado atenção desde a sua chegada, entra da sala escura e, levantando a camiseta e puxando para traz de seu pescoço, ele logo procura interagir com aquele grupo da foda. Eu observara cada gesto dele, e não demorou para que eu pudesse perceber algo naquele que naquela manhã era a fonte dos meus desejos: o centro de prazer daquele estava a mostra, pontiagudo: os mamilos. Contudo e ainda com certo receio de uma provável rejeição, eu continuo na minha, observando a certa distância.

    O cara era grandão, malhado, branquinho... Um tesão! Os caras logo iam para o pau ou para a bunda dele, mas ele não emitia o menor sinal de estar sentindo tesão com aquilo e em certos momentos em seu rosto podia-se perceber um certo desconforto de estar naquela situação.

    Naquela altura começa a passar várias coisas na minha cabeça: eu poderia estar fodendo com ele, eu poderia estar envergonhado de ter levado um fora, ou mesmo que ele poderia ir embora e eu ficaria ali arrependido de nem ao menos ter tentado. Sendo assim, e sem pensar muito, eu resolvo entrar em cena. Me aproximo do grupo, vagarosamente, e despretensiosamente eu faço com que eu fique do lado dele. Todos se comendo e/ou punhetando, e eu, sem que ele pudesse esperar (mas acho que era o que queria) olhei bem nos olhos dele e, com as pontas dos meus dedos, peguei num de seus mamilos e deu uma leve puxada. Ele parou. Comecei a fazer uma leve massagem, mas fui intensificando a força. Era notório que ele começava a gostar do lance. Então eu comecei a apertar cada vez mais forte. O cara começou a fazer cara de tesão e revirar os olhos, e não demorou muito ate me puxar pelo pau para fora daquela sala escura; agarrado no meu pau, me puxou pelos corredores do local até o banheiro dalí. Lá ele ficou imóvel olhando para mim (de certo esperando minha atitude na foda) e eu, cinicamente olhando pra ele, também.

    Ele, mil vezes mais forte que eu, muito mais bonito... Eu já tinha entendido que eu tinha de dominar a situação. Retiro a camisa dele e com a ponta de minha língua começo a brincar com seus mamilos. O cara enlouqueceu. Eu aproveitei ao máximo! Eu me esbaldei naquele corpo - axilas, mamilos, pescoço, orelhas... tudo delicioso! - tudo explorado por minha língua, com uma maestria que, modéstia a parte eu sou expert no assunto. Enquanto eu estava dando um trato na parte de cima, não esqueci da parte de baixo. Ele de frente para mim, eu meti a minha mão dentro da cueca dele e, por entre as pernas, eu não fui à procura do saco e/ou do pau, mas a ponta dos meus dedos foram a procura daquele macio e liso rabo; aquele rabo que em poucos minutos me levara ao céu.

    O cara só dava conta de gemer e se contorcer de tesão. Seu corpo todo arrepiado denunciava que eu estava fazendo o ‘trabalho’ certinho. Abruptamente eu paro. Ele ainda meio zonzo não entende bem. Eu olho bem dentro dos olhos dele e pego meus dedos e coloco na sua boca, ele chupa avidamente; sem parar de olhar fixamente para aqueles olhos castanhos claros, a minha mãos com os dedos entumecidos de sua saliva, volta a massagear a portinha daquele cu maravilhoso. Ele sorriu e safadamente pisca pra mim, em sinal de aprovação. Sem que ele pudesse esperar, abruptamente o viro de costas e o coloco numa posição sem flexionada para a frente. Nossa! Que rabo era aquele, gente!? Mediano, mas muito carnudo, branquinho e com alguns pelinhos na porta do céu: O cu. Não aguento, e caiu mesmo é de boca naquela maravilha. Ainda hoje eu lembro que eu fiquei de queijo dolorido de tanto chupar aquele rabo. Ah!!!

    Pra encurtar a história: Passamos mais de hora fodendo, dentro do banheiro do ‘inferninho’. A foda foi alucinante, e até rolou algo que eu não consegui resistir: Comi o cara sem camisinha. Ao terminar ele pergunta meu nome e de onde eu sou. Digo meu nome e que sou de Natal. Ele pega uma agenda em sua bolsa, pega meu contato e nos despedimos.

    No outro dia eu volto para a cidade do sol, e quando vou ver meu e-mail, tem uma mensagem dele. Desde a ocasião a gente já transou 6 vezes. Quando ele vinha a Natal e quando ia a Sampa, nos encontrávamos, fodíamos alucinadamente. É claro que aquela primeira transa sem proteção me deixou um pouco tenso. Eu fiquei mais de 7 meses na expectativa, mas depois fiz exames (3 em 3 laboratórios diferentes) e dei sorte. Minha sorologia está ok.

E tudo por conta daqueles mamilos... Ui!

p.s.: Ele me falara o nome dele (Caio) que eu suspeitara que era falso, mas não me importava. Perdemos o contato. Meu e-mail (que era meu msn) foi hackeado e nunca mais pude me sentir dentro dele de novo...
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